Hoje, revirando como sempre o youtube, deparei-me com um importante documentário sobre a vida de uma figura histórica de nosso país. Seu nome Carlos Marighella, o documentário sobre a vida deste revolucionário foi feito pelo bravo Sílvio Tendler, que já contribuiu para nosso crescimento intelectual com outros trabalhos, tais como o material produzido sobre o emérito professor Milton Santos, "Por uma outra globalização - o mundo visto do lado de cá".
Já tendo assistido o filme de Helvécio Ratton, Batismo de Sangue, que também retrata a vida do comunista Marighella, além da película de Bruno Barreto, " O que é isso companheiro", recordei do momento, em que nesta último filme, a atriz Fernanda Torres contracenando com Pedro Cardoso, lembra que Gil em um de seus discos gritava o nome de Mariguella.
Tomando sempre o cuidado com os processos de endeusamento, dos quais somos sempre signatários, a história deste indivíduo toucou-me, não apenas por sua bravura e resistência face aos processos de tortura que padeceu, mas na credibilidade que ele tinha em relação ao Brasil e aos processos democráticos.
Em 64 quando um bando de militares tomaram o poder, pelo temor do Brasil tornar-se uma pátria comunista, este homem engajou-se na luta armada e acabou assassinato com um punhado de tiros, pelos nossos homens fardados. Como consta em nosso hino ele de fato seguiu o refrão "...ou deixar a pátria livre ou morrer pelo Brasil.."
P.S.: Esqueci de citar o nome do documentário que é Marighella - Retrato Falado do Gurrilheiro, que pode ser visto integralmente em http://www.youtube.com/watch?v=aP7PDWsVgUA.
Grande abraço!
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